A escolha dos sistemas operativos e aplicações em uso numa empresa é de crucial importância. O peso desta área na factura anual de TI é bastante pesada, especialmente quando nos “viciamos” em ferramentas colaborativas da Microsoft.

Microsoft Office

As ferramentas colaborativas do Microsoft Office System são realmente algo de grandioso. Permitem uma flexibilidade e gestão extremamente fáceis, e apelativas para qualquer gestor de TI. A sua integração com as ferramentas Active Directory permitem uma gestão centralizada de opções, permissões, e deployment de ferramentas.

No entanto, nem tudo são rosas. Como a Microsoft nos habituou, o uso destas ferramentas usa e abusa dos royalties a esta empresa. Um exemplo: o uso do Sharepoint Server irá obrigar, para a utilização em pleno, da aquisição de Office’s, Exchange’s, Groove’s, Infopath’s, e outras aplicações quejandas, o que obviamente irá sobrecarregar a factura final.

Mais, a aquisição destas ferramentas colaborativas implica tempo e recursos humanos dispendidos no desenvolvimento de soluções baseadas nesta plataforma.

Como tal, é importante colocarmo-nos algumas questões antes de avançarmos para soluções “standard” e “chave-na-mão” da Microsoft:

  • Temos necessidade destas ferramentas?
  • Existem alternativas? Quais?
  • Tiraremos a devida rentabilidade das mesmas?
  • A nossa equipa de TI tem condições para gerir e desenvolver soluções baseadas nestas plataformas?
  • Quais são todos os licenciamentos envolvidos?
  • Temos ideia de qual o TCO ( Total Cost OwnerShip ) da solução?

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